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Arquivo da categoria ‘A arte dos clientes’

Por Ana Luiza Netto e Bruno Paranhos*   “Procurei sempre os caminhos mais curtos. Nas estradas que se abriram só há curvas onde as retas foram inteiramente impossíveis. Evitei emaranhar-me em teias de aranha. Certos indivíduos, não sei por que, imaginam que devem ser consultados; outros se julgam autoridade bastante para dizer aos contribuintes que [...]

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A ideia surgiu de repente, entre duas brasilienses que costumam se surpreender com os trabalhos de quem está perto. Surgiu como um conceito pra ser explorado. E aí foi conversado. Depois de um tempo, aprimorado. Depois de um tempo, já tínhamos escolhido local e a maioria dos expositores. Depois de um tempo foi-se acrescentando palavras [...]

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Por Edmílson Caminha* Na manhã quente e luminosa do dia 16 de janeiro de 1983, um domingo, Ana Maria e eu, mais os amigos Maria Lima e Olavo Colares, partimos da Serra do Estêvão ao encontro de Rachel. Grande proprietária de terras, a família Queiroz era dona das fazendas Califórnia, Itália, Manaus, Biscaia e Junco, [...]

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Por  Carlos Marcelo* durante a construção de brasília/ o tempo não existia. A cada poema, letras minúsculas e poucas palavras — suficientes para deslocar certezase transportar o leitor a outra dimensão, não-lugar onde passado, presente e futuro se fundem e a história oficial se turva diante das visões do autor. Então começa o bombardeio de [...]

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*Por Aline Veingartner Vi folhas dançando no chão nos últimos dias de inverno, folhas que sapateavam no coração em uma manhã fria de sol. Pedi que a dança nunca chegasse ao fim, prometi não desistir dos meus olhos que vêem tudo o que tenta se esconder entre as árvores e a rotina, prometi não desistir [...]

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Por Antônio Carlos Queiroz, ACQ* Recentemente, ao tentar traduzir um poema de Emily Dickinson de 1862, percebi, na sua leitura vertical, que a peça se parece com um tapete ou uma toalha bordada. Além das rimas, algumas apenas visuais, saltaram aos olhos e aos ouvidos padrões gráficos e fonéticos ao longo do texto. Três clusters [...]

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um artigo de Ana Luiza Netto e Bruno Paranhos, Colaboradores, clientes e amigos do Sebinho. Italo Calvino, em seu “Por que ler os clássicos”, sentencia, prosaicamente, que, afinal, ler os grandes clássicos da literatura mundial é melhor do que não lê-los. Mas, só isso? Sim; existirá melhor conclusão? Afinal, descendemos todos de Aquiles e Briseida [...]

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Uma crônica de Analu Ferndandes Há quase dois anos eu conhecia o Leonardo (nome fictício). Engraçado. Eu tinha certeza que um dia ele iria me chamar para sair. Inclusive quando ele apareceu com uma ninfeta chamada Soninha nem liguei. Esperei. Sabia que era uma aventura passageira. Um belo dia ele chamou mesmo para sair. Maravilha! [...]

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Uma crônica de Analu Fernandes Sempre achei muito idiota duas coisas nos homens: olhar sempre o físico e não a alma da mulher e não poder chorar. Como Mulher sempre me orgulhei de olhar o que o cara pensa, o que ele é e sente e poder chorar aos borbotões… Com muito orgulho sempre declarei [...]

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