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Arquivo da categoria ‘Poesia’

No Oceano

Por Igor Thomas Gehard Há o Oceano Há paz… sem plano Como numa planície Ah, se deveras existisse… Larídios sobrevoando o cais tocando cada um dos pontos vitais Calmaria espantada… As belas aves partem em retirada Vem a chuva, vem… Como vinda do além, ela vem Com ela vem o sono E as memórias jogadas [...]

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Por Pedro Branco   chegou e passou. e eu que pensava que seria muito diferente, cheguei até a imaginar cenas, dei importância a coisas mínimas, treinei palavras que acabei não usando. eu achei que fosse ser muito diferente. todas as coisas chegam e passam. pessoas chegaram e passaram, coisas chegaram e passaram, momentos chegaram e [...]

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Por Pedro Branco* quis escrever um poema para vocês porque era noite e vi nossas pernas cruzadas umas sobre as outras, nossos braços e nossos olhos cruzados. eu entendi um pouco mais da fisionomia de vocês e tentei guardar algo para me lembrar depois, e então, quis escrever um poema mas não escrevi, porque tive [...]

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Por Pedro Branco* pra lá da porta, a rua é de sonho ela é dourada, e os carros são dourados e eu saio para ver o céu, e não acredito no que vejo. pela primeira vez em algum tempo, sou sincero comigo quando digo que estou feliz apenas por estar vivo. ontem, quando a noite [...]

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*Por Aline Veingartner Vi folhas dançando no chão nos últimos dias de inverno, folhas que sapateavam no coração em uma manhã fria de sol. Pedi que a dança nunca chegasse ao fim, prometi não desistir dos meus olhos que vêem tudo o que tenta se esconder entre as árvores e a rotina, prometi não desistir [...]

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*Por Igor Thomas O cessar, fim do mundo como o conhece Término da centelha incandescente Da vida vivida aos poucos se esquece Medo! Confusão! Certeza evanescente A morte que atrai, trai e distrai Mostra o gosto da mais bela treva Do desespero que sobre todos cai Da curiosidade amaldiçoada de Eva Com a face negra [...]

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Por Antônio Carlos Queiroz, ACQ* Recentemente, ao tentar traduzir um poema de Emily Dickinson de 1862, percebi, na sua leitura vertical, que a peça se parece com um tapete ou uma toalha bordada. Além das rimas, algumas apenas visuais, saltaram aos olhos e aos ouvidos padrões gráficos e fonéticos ao longo do texto. Três clusters [...]

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Oi, meu nome é Nadia Sei que tu, leitor, não tem absolutamente “nadia” a ver com isso Mas se alguma Nadia já passou por sua vida Não perderia por “Nadia”  a oportunidade de compartilhar este modesto poema Que a propósito, não rima Nadia com “nadia” Enfim… Me despeço sem Nadia a declarar! – Anita Burgan faz parte [...]

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de Hugo Lacerda Sol refletindo na água cristalina do lago, gansos a nadar, quando olho relaxadamente. Pedaço importante de verde em meio a tanta seca, deserto com simpático oásis. Brisa matinal em campo florido a perder de vista. Calor debaixo das cobertas em manhã terrivelmente fria. café quentinho ao pé do fogão de lenha aquecendo [...]

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Texto por Laura Mota* É impossível ficar indiferente à leitura do poema “Os ombros que suportam o mundo” de Carlos Drummond de Andrade. A “desmistificação do mundo” é um tema tão atual e óbvio e, ao mesmo tempo, tão despercebido pelas pessoas, percorre o poema prosaico do autor de linguagem simples. A linguagem simples (e não [...]

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